Hoje, finalmente voltei às minhas aulas de ballet. Voltei e pior do que nunca. Um plié nunca doeu tanto na vida. Um simples “prender o bumbum”, nunca foi tão dolorido. É nisso que dá o sedentarismo pra alguém acostumado com algo que dói tanto, como ballet, e que apesar disso eu continuo AMANDO ! Segundo José Róiz, que escreve na “Caros Amigos”, esporte mata (confira em: http://carosamigos.terra.com.br/da_revista/edicoes/ed61/joseroiz.asp), talvez ballet também mate, e eu ainda penso que pode matar se eu continuar dançando e mataria mais rápido ainda se eu parasse. Mas, como diria uma certa amiga minha, todo mundo não vai morrer um dia? A gente só acelera ou retarda esse acontecimento. Preciso entrar em forma até setembro, não pensei que estivesse tão ruim, todavia, já que estou, o jeito é correr atrás do prejuízo.
Escrito por Carol Guedes às 20h24
[]
[envie esta mensagem]
[link]
|